ImportanteTeste de gênero no tênis: WTA veta mulheres trans do circuito

WTA implementa teste de gênero e veta mulheres trans do circuito profissional

Globo Esporte
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Resumo IA

A WTA anunciou uma nova política de elegibilidade feminina que proíbe a participação de mulheres trans no circuito profissional de tênis. Essa decisão, válida a partir de 2026, foi tomada após uma revisão que incluiu consultas com as associadas da entidade e análise de padrões no esporte feminino.

O teste de gênero será realizado uma única vez na vida de cada tenista, através de uma coleta de sangue ou swab de saliva, com o objetivo de detectar a presença do gene SRY, associado ao desenvolvimento de características masculinas. Tenistas que testarem positivo passarão por uma avaliação médica completa antes de serem autorizadas a competir novamente.

A política anterior, em vigor desde 2024, permitia a participação de atletas trans desde que mantivessem níveis de testosterona abaixo de 2.5 nmol/L por dois anos. No entanto, não há registros de mulheres trans competindo na WTA até o momento.

A nova diretriz busca promover a igualdade de oportunidades e garantir uma competição justa entre todas as jogadoras, seguindo as recomendações do Comitê Olímpico Internacional (COI). O COI já anunciou que exigirá testes genéticos para atletas inscritas nas Olimpíadas de Los Angeles 2028, vetando também a participação de mulheres trans. Exceções serão feitas apenas para atletas com diagnóstico de Síndrome de Insensibilidade Total aos Andrógenos (CAIS) ou portadoras de diferenças raras no desenvolvimento sexual (DSDs), desde que não apresentem vantagens anabólicas.

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