
Transferência de técnico de tênis em coma é viabilizada por vaquinha e ajuda médica
Resumo IA
Júlio César, técnico de tênis, foi transferido para o Brasil após uma campanha de arrecadação de R$ 830 mil. Ele estava em coma em um hospital na França, onde foi diagnosticado com dermatomiosite, uma doença autoimune rara que afetou gravemente seus pulmões.
A família, liderada por Letúsia Araújo, destacou a importância da ajuda da doutora Ludhmila Hajjar, que possibilitou o parcelamento de R$ 150 mil, necessário para o transporte com os equipamentos adequados.
"Se não fosse esse parcelamento, não teria como. Como vocês nos ajudaram! Só gratidão", afirmou Letúsia.
Júlio viajara com sua esposa, Leilza Aquino, para Paris, com o intuito de comemorar 20 anos de casamento e assistir ao Roland Garros. Após sentir-se mal, ele foi internado e diagnosticado com a doença, que levou a uma série de complicações.
A família obteve na Justiça que o seguro cobriria algumas despesas hospitalares, após o tribunal considerar que a doença não era preexistente. O custo do transporte era estimado em US$ 265 mil (cerca de R$ 1,3 milhão), dos quais o seguro arcaria com US$ 100 mil (aproximadamente R$ 500 mil).
Júlio César é conhecido por seu trabalho como treinador no tênis em cadeira de rodas, tendo levado Jade Lanai ao título do US Open juvenil em 2022 e contribuído para a carreira de Meirycoll Duval, que foi número um do Brasil na modalidade. Agora, a família aguarda um transplante, com esperança na recuperação do técnico.
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