ImportanteMessi na seleção argentina: a derrota para o Brasil que mudou tudo

A trajetória de Messi na Argentina: da frustração à glória após derrota para o Brasil

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Resumo IA

Lionel Messi se despediu da seleção argentina nesta segunda-feira, consolidando-se como um ídolo histórico após conquistas marcantes nos últimos cinco anos. Antes de levantar a Copa do Mundo de 2022 e duas edições da Copa América (2021 e 2024), o craque enfrentou um período de frustrações, considerando até abandonar a seleção após três vice-campeonatos consecutivos (Copa do Mundo de 2014 e duas Copas América, em 2015 e 2016).

Durante muito tempo, a torcida argentina mantinha uma relação complicada com o camisa 10, que brilhava no Barcelona, mas não conseguia reproduzir o mesmo desempenho pela seleção. Alguns torcedores o viam como "frio demais", questionando sua identificação com a seleção.

A mudança na percepção sobre Messi começou após uma derrota significativa para o Brasil na Copa América de 2019, onde a Argentina foi eliminada com um 2 a 0 no Mineirão. Ao invés de se deixar abater, Messi se transformou em um líder mais vibrante, evidenciado na disputa pelo terceiro lugar contra o Chile, onde se envolveu em uma intensa discussão com Gary Medel, resultando na expulsão de ambos.

Após essa Copa América, Messi viveu um período de glórias. Em 2021, conquistou seu primeiro título com a seleção principal, vencendo o Brasil por 1 a 0 no Maracanã, encerrando um jejum de 28 anos. Em 2022, fez história ao levantar a Copa do Mundo, e em 2024, garantiu mais um título na Copa América, mesmo enfrentando uma lesão que o impediu de participar da final.

Ao se despedir, Messi deixa a seleção argentina com o sentimento de dever cumprido, sem frustrações, após uma trajetória de superação e conquistas.

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