Marrocos perde melhor driblador, e defesa brasileira pode agradecer

Corte de Ezzalzouli enfraquece Marrocos e traz alívio para a defesa brasileira

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Resumo IA

O corte de Adbe Ezzalzouli é uma péssima notícia para a seleção de Marrocos, mas traz certa tranquilidade para o Brasil.

O jogador do Real Betis era a maior ameaça da equipe africana em jogadas de 1 x 1, especialmente em uma área crítica para a seleção brasileira: ele atacaria pela esquerda, duelando com o lateral-direito brasileiro — seja Danilo, Ibañez ou até Éderson, que foi testado na posição.

Adbe, cujo maior ídolo no futebol é Neymar, apareceu como promessa no Barcelona, mas a falta de regularidade encurtou seu caminho na Catalunha. Contudo, ele se tornou uma das referências do Betis, ao lado de Antony, brasileiro que não entrou na lista de Carlo Ancelotti.

Sem Ezzalzouli, Marrocos perde um ponto de imprevisibilidade ao atacar pelo lado esquerdo. O reserva imediato, Soufianne Rahimi, não possui a habilidade e a criatividade de Adbe.

Além disso, a baixa de Nayef Aguerd, zagueiro do Olympique de Marselha, também é uma dura perda para os marroquinos. Aguerd é a referência na defesa desde a aposentadoria de Romain Saiss. Na Copa de 2022, Marrocos só perdeu após a saída de Aguerd, que se machucou contra a Espanha.

O lateral Noussair Mazraoui não foi cortado e continua com o elenco, mas sua presença na estreia contra o Brasil é incerta devido a uma lesão no ombro.

Marrocos permanece uma seleção forte e a rival mais difícil do Brasil na primeira fase da Copa, mas os cortes e a possível ausência de Mazraoui enfraquecem consideravelmente o time. Uma boa notícia para a seleção de Carlo Ancelotti.

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