Lucas Di Grassi projeta futuro fora das pistas e diz deixar a Fórmula E com "dever cumprido"

Lucas Di Grassi se despede da Fórmula E e traça novos planos no automobilismo

Gazeta Esportiva
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Resumo IA

Nos últimos meses de sua carreira como piloto profissional, Lucas Di Grassi já começou a planejar o próximo capítulo. Campeão mundial da Fórmula E em 2017 e um dos nomes mais importantes da categoria, o brasileiro de 41 anos pretende trocar o cockpit por funções de liderança e gestão.

A despedida da Fórmula E ocorrerá ao fim da atual temporada, no dia 16 de agosto, durante a segunda corrida da etapa do E-Prix de Londres. Embora o anúncio de sua aposentadoria tenha sido feito em abril, Di Grassi afirmou que continuará ligado ao esporte, com a possibilidade de assumir cargos de chefia.

Eu não estou me aposentando do automobilismo. Vou continuar correndo no endurance, mas não vou mais ser um piloto profissional em tempo integral. A Fórmula E exige 100% de dedicação e sinto que posso agregar mais valor em outras funções

Di Grassi foi o primeiro a apostar na Fórmula E, participando do desenvolvimento do carro da primeira geração e vencendo a corrida inaugural em Pequim, em 2014. Ao longo de sua trajetória, acumulou 161 corridas, 14 vitórias e 42 pódios.

Ele reconhece que a Fórmula E enfrenta resistência de fãs tradicionais, mas acredita que o futuro é elétrico. "Hoje está muito mais claro que o futuro é elétrico, não apenas no automobilismo, mas também no dia a dia das pessoas."

Na avaliação do brasileiro, a chegada da geração GEN4 trará um novo salto de performance para a categoria, com carros capazes de ultrapassar os 335 km/h.

Recentemente, Di Grassi venceu o E-Prix de Xangai, encerrando um jejum de quase quatro anos sem triunfos, um momento especial antes de sua despedida.

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