
Governo dos EUA articula para reverter suspensão de Balogun antes do jogo decisivo
Resumo IA
Órgãos do governo dos EUA trabalharam nos bastidores para acelerar a suspensão do cartão vermelho recebido por Folarin Balogun, atacante da seleção americana, no duelo contra a Bósnia pela segunda fase da Copa do Mundo. Após a liberação da FIFA, Balogun está disponível para enfrentar a Bélgica na noite de hoje.
O jornal The New York Times revelou os detalhes da operação coordenada, que contou com o envolvimento do presidente Donald Trump, que fez uma ligação direta para Gianni Infantino, presidente da FIFA. Um representante da USSF (Federação de Futebol dos EUA) afirmou:
Houve um esforço coordenado que foi além do esporte para garantir a documentação a tempo.
A FIFA anulou a suspensão utilizando o artigo 27 de seu regulamento, que permite a suspensão de medidas disciplinares. Balogun foi colocado em um período probatório de um ano, onde, se houver uma nova infração, a punição será aplicada.
A decisão gerou indignação, com figuras do futebol, como Jurgen Klopp e Wayne Rooney, criticando a intervenção política. Klopp afirmou:
Se isso realmente aconteceu, então é uma loucura. O futebol é nosso, não deles.
Além disso, a Uefa e o ex-presidente da FIFA, Joseph Blatter, expressaram preocupações sobre a integridade das decisões da FIFA. Blatter comentou:
Cartões vermelhos não são revertidos por ligações políticas.
A liberação de Balogun vem às vésperas do confronto contra a Bélgica, agendado para hoje, às 21h (de Brasília), em Seattle. A situação continua a gerar debates acalorados sobre a influência política no esporte.
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