Honda foca no longo prazo e explica má fase com Aston Martin na F1

Honda analisa dificuldades na Aston Martin e aposta em recuperação a longo prazo

Globo Esporte
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Resumo IA

Após sete corridas na temporada 2026, a Aston Martin, equipada com os motores da Honda, alcançou apenas um ponto na Fórmula 1, muito abaixo das expectativas. Em entrevista, Koji Watanabe, presidente da Honda Racing Corporation (HRC), detalhou os desafios enfrentados.

Watanabe apontou dois fatores principais para a crise:

  • Mudança de regulamento e nova parceria com a Aston Martin.
  • Retorno à Fórmula 1 após anunciar a saída no final de 2021, resultando em remanejamento de funcionários.

A situação atual é fundamentalmente diferente do momento em que trabalhamos juntos com a Red Bull

O carro AMR26 revelou-se deficitário em chassi e aerodinâmica, com desempenho insatisfatório em pistas como Mônaco, onde Alonso pontuou apenas devido a um grande número de abandonos e punições.

A Honda, através do sistema de auxílio a motores deficitários, terá oportunidades para desenvolver os motores ao longo da temporada, porém Watanabe alertou que as melhorias não ocorrerão rapidamente:

Não vai mudar dramaticamente a situação de um dia para o outro

Apesar da insatisfação, Watanabe reafirmou que a avaliação do projeto deve ser feita em um horizonte de médio a longo prazo, mantendo o apoio da Honda à Aston Martin para superar os desafios atuais.

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