GP do Bahrein na Malásia: provas da F1 com o nome de outro país

Retorno de Sepang à F1 gera confusão com nome de GP do Bahrein na Malásia

UOL Esporte
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Resumo IA

Sepang está de volta à Fórmula 1 após quase dez anos fora, mas o anúncio de que o retorno se daria na forma de "GP do Bahrein na Malásia" causou tanto diversão quanto confusão entre os fãs.

O circuito de Sepang, projetado por Hermann Tilke, foi um marco para a F1 na Ásia e uma parada importante no calendário por muitos anos. Embora a Malásia tenha rescindido seu contrato com a FOM em 2017, o circuito continuou a atrair fãs, que clamavam por seu retorno em meio a um número crescente de circuitos de rua.

Dois fatores contribuíram para a escolha de Sepang:

  • Proximidade com Singapura, que será a próxima etapa.
  • Acesso facilitado pelo Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, agilizando a entrada e saída do país.

A confusão em torno do nome se deve ao fato de que a Malásia saiu do calendário devido ao alto custo do evento, e a corrida deste ano só ocorrerá porque o governo do Bahrein arcará com a maior parte das despesas.

Este acordo é inédito, mas não é a primeira vez que a F1 realiza uma corrida sob o nome de um país diferente. Exemplos históricos incluem:

  • GP de San Marino, realizado na Itália.
  • GP de Luxemburgo, que aconteceu em Nürburgring, na Alemanha.
  • GP da Suíça, realizado em Dijon, na França.

Esses precedentes mostram que a F1 já tem um histórico de nomeações peculiares, refletindo a complexidade do calendário e das relações entre países e a categoria.

O GP da Europa de 2016, realizado em Baku, também ilustra essa questão, sendo nomeado de forma a não refletir com precisão a localização do evento.

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