
A nova geração belga desponta após a saída de De Bruyne e Lukaku
Resumo IA
A eliminação da Bélgica para a Espanha marcou o fim de uma era, conhecida como “a promissora geração belga”, que contou com estrelas como Courtois, Witsel, Kevin De Bruyne e Lukaku. Com muitos desses jogadores se despedindo da Copa do Mundo, a nova geração já começa a se destacar.
Entre os novos talentos, Doku, com apenas 24 anos, é uma referência no Manchester City. De Ketelaere, de 25 anos, brilhou na Copa, marcando três gols e se colocando como candidato à camisa 9 que pertenceu a Lukaku.
Destaque também para Ngoy, de 23 anos e atleta do Lille, que já foi titular da seleção neste Mundial. Outros jovens como Seys (21 anos, do Brugge), Diego Moreira (21 anos, do Strasbourg) e Fernandez-Pardo (21 anos, do Lille) também integraram o elenco na Copa.
Courtois comentou sobre a situação: “Temos menos talentos individuais do que em 2018, mas muitos talentos que estão ainda crescendo. A Bélgica sempre pode chegar longe em um torneio.”
Além dos convocados, novos nomes estão surgindo, como Mika Godts, que foi artilheiro do Ajax com 17 gols, e Lucas Stassin, vice-artilheiro do Saint-Ettiene com 11 gols. O jovem Nathan De Cat, de apenas 17 anos, foi adquirido pelo Hoffenheim por 17 milhões de euros.
Por fim, Jorthy Mokio, de 18 anos e titular do Ajax, já teve a oportunidade de jogar na seleção principal, mostrando que a próxima geração belga promete e pode surpreender nos próximos anos.
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