
Gabi critica CBV por tratamento a Tifanny: 'Falta de humanidade' na Superliga
Resumo IA
Gabi, jogadora de vôlei, expressou sua tristeza em relação ao tratamento dado a Tifanny, após o banimento da atleta pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Ela destacou que Tifanny, com uma carreira de oito a nove anos, deveria ter sido considerada como um ser humano, não apenas como uma atleta.
O comunicado sobre o banimento foi emitido numa sexta-feira, após Tifanny treinar com o Osasco, e a decisão da CBV de proibir atletas trans foi oficializada em 14 de agosto, cerca de dois meses antes do início da Superliga Feminina. Gabi afirmou que a CBV poderia ter escolhido um “timing” diferente, pensando no impacto na vida da atleta.
Desde o anúncio, Tifanny tem recebido apoio de diversas jogadoras e do próprio clube, que busca reverter a decisão consultando órgãos nacionais e internacionais. Gabi também mencionou que Tifanny desejava terminar a temporada com dignidade e que merece jogar a Superliga antes de se aposentar.
A política adotada pela CBV, inspirada no Comitê Olímpico Internacional (COI), exige que jogadoras apresentem teste genético negativo para o gene SRY. As novas regras entrarão em vigor a partir da temporada 2026/27, afetando diretamente as atletas trans, como Tifanny, que apesar de estar liberada para o Campeonato Paulista, não pode disputar a Superliga, que é um torneio nacional. A CBV não se pronunciou sobre os comentários de Gabi.
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