Fritz: “Bolas de Washington são as mais difíceis de controlar”

Taylor Fritz critica bolas do ATP 500 de Washington e pede padronização

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Resumo IA

Washington (EUA) – Após uma vitória convincente no ATP 500 de Washington, Taylor Fritz não hesitou em expressar suas críticas às bolas utilizadas no torneio. O norte-americano, que avançou em sets diretos contra o belga Zizou Bergs, destacou sua insatisfação com o material do evento, apesar de celebrar a 250ª vitória da carreira em quadras sintéticas.

Cabeça de chave 3, Fritz agora se prepara para enfrentar o compatriota Tommy Paul ou o polonês Kamil Majchrzak. No entanto, ele pediu mudanças à ATP, afirmando: “Acho que esta é sempre a bola mais difícil de controlar em todo o circuito. É algo que praticamente todos os jogadores comentam.”

De acordo com o atleta, o problema não reside na velocidade da quadra, mas sim na resposta da bola após o contato com a raquete. “Elas são mais duras e simplesmente escapam da corda, principalmente quando você tenta colocar efeito. Normalmente, quando erro uma bola, sei exatamente o motivo. Com essas, às vezes não faço ideia”, revelou.

Fritz também mencionou conversas com outros jogadores que compartilham de sua opinião, enfatizando a dificuldade em se adaptar às diferentes bolas. “Todos dizem a mesma coisa. É preciso encontrar o toque certo para conseguir controlá-las. Leva um tempo para se adaptar e ganhar confiança”, observou o tenista de 28 anos.

Ele se uniu a outros atletas que criticam a troca constante de fabricantes e modelos entre torneios, apontando a falta de padronização como um fator que contribui para o aumento de lesões. “Eles estão tentando padronizar mais as bolas. Sei que estão fazendo alguns testes e espero que isso ajude,” concluiu Fritz, ressaltando a importância de uma maior consistência durante a temporada.

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