
Entenda o superclipping: a nova estratégia que pode mudar a F1 em 2026
Resumo IA
Desde o início de 2026, a Fórmula 1 introduz uma nova tática chamada superclipping, que promete impactar a forma como os pilotos competem em circuitos como Spa-Francorchamps. O superclipping permite que os pilotos recuperem energia para a bateria do carro enquanto aceleram, mas a um custo: a velocidade máxima pode ser reduzida.
Durante essa manobra, parte da potência não é direcionada para as rodas traseiras, mas sim armazenada via MGU-K para utilização futura. Isso levanta questões sobre como a estratégia pode ser aplicada em diferentes partes da pista.
- A análise dos dados de pilotos como Oscar Piastri e Lando Norris durante os testes de pré-temporada no Bahrein revela que:
- Ambos estavam acelerando ao máximo, mas Norris usou mais superclipping, resultando em velocidades mais baixas em certas curvas.
- Na curva 12, Piastri foi cerca de 20 km/h mais lento ao utilizar a técnica para recuperar energia.
O chefe da McLaren, Stella, defende aumentar o limite de recuperação de energia para 350 kW, argumentando que isso permitiria aos pilotos acelerar sem necessidade de desacelerar para recuperar energia. A FIA está avaliando a eficácia do superclipping e as possíveis alterações nas regras, considerando o equilíbrio entre os interesses das equipes e a competitividade da categoria.
A implementação do superclipping pode variar conforme o circuito, sendo mais fácil em locais como o Bahrein, onde a recuperação de energia é facilitada. No entanto, em pistas como Melbourne e Jeddah, a situação pode ser mais complicada.
A FIA deseja observar as primeiras corridas antes de decidir sobre mudanças nas regras, buscando garantir que as intervenções sejam benéficas para o esporte como um todo.
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