
Pressão aumenta para Diniz no Corinthians em meio a oscilações de protagonistas
Resumo IA
Fernando Diniz enfrenta sua primeira sequência de pressão desde que assumiu o Corinthians. O treinador busca recuperar jogadores que foram fundamentais no início de seu trabalho, em abril.
Pilares em queda:
- Rodrigo Garro: Com dez assistências em 27 partidas até maio, sua produção caiu drasticamente, com apenas uma assistência nas últimas 15 partidas. Sua última participação foi na vitória por 2 a 0 sobre o Red Bull Bragantino, em 9 de agosto.
- Breno Bidon: Decisivo na Libertadores, o meia marcou três gols nos primeiros 26 jogos, mas fez apenas um desde então.
- Matheuzinho: Apesar de avaliações individuais regulares, o lateral não participa de gols desde a vitória sobre o Bragantino e foi preservado contra o Coritiba.
Memphis ainda procura ritmo: Diniz passou a contar com Memphis em um momento crítico. O jogador, que teve uma recuperação gradual após negociações contratuais, busca ritmo após lesões. Ele reconheceu que ainda não atingiu o nível físico esperado.
Lesões e dificuldades: A ausência de Yuri Alberto e André limita as opções do treinador. Yuri está fora desde 30 de julho e André trata uma lesão de grau 2. Além disso, os transfer bans impedem o Corinthians de registrar novos reforços.
Desempenho e resultados: As quatro derrotas seguidas no Brasileirão reduziram o aproveitamento de Diniz de 61,1% para 45,8%. O Corinthians perdeu para Cruzeiro, Coritiba, Santos e Chapecoense, sem somar pontos. Apesar de ter mais posse de bola e finalizações, a equipe enfrenta dificuldades em transformar volume ofensivo em gols.
A tentativa de reação começa nesta quarta-feira, contra o Estudiantes, nas quartas da Libertadores, onde o Corinthians ainda não sofreu gols em cinco dos oito jogos disputados.
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