Como a Ferrari tenta driblar falta de potência para não fazer feio em Monza

Ferrari enfrenta desafio de potência em Monza e busca soluções para não decepcionar

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Resumo IA

A Ferrari se prepara para a 13ª etapa do campeonato da Fórmula 1 em Monza, onde enfrenta um grande desafio: ter o pior motor a combustão da categoria após a importante atualização da Honda. Essa realidade é resultado de decisões tomadas em projetos anteriores, priorizando outras áreas que agora se mostram vulneráveis em pistas de alta velocidade.

Nesta temporada, a equipe italiana já demonstrou que pode ter um bom desempenho em circuitos rápidos, conquistando vitórias em Silverstone e Barcelona. No entanto, em Monza, a configuração da pista é distinta, com quatro retas e apenas 11 curvas, o que limita as oportunidades de compensar a inferioridade do motor com a qualidade do chassi.

Para otimizar o desempenho, a Ferrari planeja:

  • Configuração especial de asa traseira e assoalho, similar ao que foi feito em Silverstone.
  • Atualização do motor, que, embora tenha um rendimento mais de 4% inferior ao melhor motor a combustão, permitirá duas atualizações de performance neste e no próximo ano.

Os torcedores podem se surpreender ao ver a Ferrari atrás de Honda e Audi em termos de potência, com os alemães estimando um déficit de 1 segundo por volta. Apesar das limitações do motor, a eficiência do software de gerenciamento de energia da Ferrari ajuda a mitigar parte dessa desvantagem.

As primeiras respostas sobre a capacidade de superar a falta de potência serão obtidas durante os treinos livres, que começam nesta sexta-feira (4).

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