A evolução dos motores na F1: 76 anos de inovações e conquistas

A Fórmula 1 passou por grandes evoluções em seus motores ao longo de 76 anos, refletindo inovações tecnológicas e mudanças regulatórias. 1950-1953: Nos primeiros anos, a F1 utilizava motores V12 e V8 de 1,5 e 4,5 litros, com destaque para a Alfa Romeo e seu motor V8 de 350 cv. A velocidade máxima chegou a 280 km/h. 1954-1960: A era de experimentações viu a introdução de motores menores, como o V8 da Mercedes, que se destacou com 265 cv. Em 1958, Stirling Moss venceu a primeira corrida com um motor na traseira do Cooper T43. 1961-1965: A F1 reduziu a cilindrada dos motores para 1,5 litro, priorizando a segurança. A Ferrari se destacou com o modelo 156, enquanto a Lotus inovou com o modelo 25. 1966-1986: O motor Ford-Cosworth DFV marcou a era, conquistando 12 campeonatos. Em 1977, os motores turbo começaram a aparecer, culminando em 850 cv na década de 1980. 1987-1988: Os motores turbo dominaram, com Ayrton Senna e Alain Prost na McLaren, utilizando um motor V6 de 685 cv. 1989-1994: A proibição dos turbos levou à popularização dos motores V10 e V12, com a Honda e a Renault se destacando. 1994-2005: Após a morte de Senna, a F1 reduziu a cilindrada para 3,0 litros. Os motores V10 ganharam destaque, superando 900 cv. 2006-2013: A F1 adotou motores V8 de 2,4 litros, introduzindo o KERS para recuperação de energia. 2014 até hoje: A era dos motores V6 híbridos começou, com a Mercedes dominando, e mudanças esperadas para aumentar a potência elétrica em 2026.
Source: Globo Esporte - 2026-04-23