
Ansiedade toma conta antes da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026
Resumo IA
Chegar ao território americano foi tranquilo, com uma funcionária simpática no aeroporto JFK, que era torcedora do New York Knicks. A vitória dos Knicks trouxe um clima leve, facilitando a chegada.
Assim que cheguei, fui direto ao estádio para fazer meu credenciamento. Com duas opções, escolhi o MetLife Stadium, em Nova Jersey, onde fiz a credencial antes das 10h, oficializando minha cobertura da Copa do Mundo de 2026.
Amanhã, acompanharei o primeiro treino da seleção brasileira, que será breve, com apenas 15 minutos liberados. A coletiva de imprensa contará com o técnico Carlo Ancelotti e o atacante Vinicius Jr., momentos que sempre aprecio pela carga emocional que trazem na véspera da estreia.
A ansiedade é palpável, especialmente porque o Brasil não chega como favorito, após 24 anos sem conquistar uma Copa do Mundo, sendo o último título na Copa América de 2019. A tensão é maior do que em 2022, no Qatar, devido à queda no respeito pelo nosso futebol e às dificuldades enfrentadas nos últimos anos.
Entre 2023 e 2025, o Brasil teve mais derrotas do que vitórias, com três técnicos interinos e uma péssima campanha nas Eliminatórias, superados até pelo Equador. Agora, a expectativa é incerta: podemos surpreender ou ter uma das piores Copas da história.
Estou me adaptando ao novo ambiente, enquanto muitos já se sentem em casa. O foco agora é na equipe competente do UOL, com a intensificação do trabalho a partir de amanhã.
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